sábado, 5 de setembro de 2009

Não estou falando do caráter humanitário de Abdel Basset al-Megrahi, ex-agente líbio condenado à prisão perpétua pelo atentado aéreo de 1988 sobre a cidade escocesa de Lockerbie, onde matou 270 pessoas.
Estou comentando sobre o caráter humanitário da própria justiça Escocesa, que usou essas mesmas palavras como motivo de liberdade para Megrahi nesta última quinta feira, alegando que Megrahi está com 57 anos e sofre de câncer, e por isso, poderia deixar a prisão e retornar a seu país por motivos humanitários..
Humanitário é a puta que pariu!
Olha só, coitado desse simpático nem-tão-velhinho de 57 anos, sofrendo de câncer na cadeia... Afnial de contas o que ele fez de tão errado? Ele só matou 270 pessoas não é mesmo? Foram apenas 270 pessoas sem pai, mãe, filho, marido, esposa.. sem aquela pessoa que fazia sentido pra vida deles, sem aquela pessoa que fazia a diferença.
Realmente, temos que ter compaixão para com essa pessoa tão... tão... vitimada pela doença, quem gostaria de morrer de câncer? Eu preferiria morrer junto com outras 269 pessoas nas mãos de um pscicopata dentro de um avião, vocês não?
Acho que pior que esse caráter, pior que que essa palhaçada da justiça Escocesa, foi a outra palhaçada que aconteceu aqui, pertinho de nós, quando deixamos nossa queria vanusa cantando o Hino Nacional na cerimônia de SP, uma lástima pra essas justiças que nos decepcionam a cada dia (pelo menos é diversão garantida pros internaltas de plantão, ou como já dizia Rubens Paiva:
"Samba, praia e futebol dão charme pra esse país com fome, doença e repressão").



1 - Matem a família do cara na frente dele. E os amigos mais queridos dele - mas isso tudo em nome de uma religião esquecida do Zimbabue. Talvez ele sinta um pouquinho o que fez, e se não o fizer, deixe ele ser comido aos poucos por porcos famintos.
2 - Vomitem na cara dessa Bruxa Velha Chapada, e demitam o idiota que a contratou pra cantar lá. Também doem um computador pra repartição responsável por contratar esse tipo de serviço ao Estado, e ensinem alguém a usar o Google.
Brasil: êita povinho bunda.